Aos 35 anos, Fulana de Tal está preocupada com sua vida. Cansou de não ser reconhecida nos lugares onde trabalha. “Eu sou uma p… duma esforçada e nada de me dizerem ao menos um obrigado, reclama.
Seu filho, Beltrano, de 6 anos, não conhece o pai. “Ele tem fome de conhecer aquele traste“, conta a mãe, que reclama da situação.

Ela não tem uma casa exatamente em dia com a manutenção, mas moradia digna em seu geral. Mora em uma rua perto dos baixos de um viaduto. Tábuas do chão estão empenadas. Os lustres estão para cair sobre a cabeça. “E eu não tenho dinheiro para fazer essas reforminhas“, reclama a esforçada trabalhadora que fez o curso de economia da PUC na turma da noite.

 Representação ligeiramente (e só ligeiramente mesmo) do que se entrega para certos editores e do que sai publicado.

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