Surpreendo-me de saber ao vivo de pessoas que leram o blog. Hoje foi um desses casos, em que encontrei meu ex-colega de UM, W.F Padovani. Ele chegou a comentar sobre este texto, ainda que lembrando que não era para chamá-lo de “senhor” (se ele estiver lendo, verá que já o editei). Foi uma oportunidade de rever alguém a quem respondia até maio deste ano. E legal ver que está tudo bem com ele. Saudações, meu caro!

E ele não é o único jornalista que conheço ao vivo que já leu aqui. Outros também conhecem e já houve vez de me falarem a respeito sobre coisas que seus meios praticam e que demonstram tratar o consumidor final do produto jornalístico tal qual um retardado com problemas na memória de curto prazo. Fico pensando se já não começa a haver uma incipiente (e bote incipiente nisso) reação contra o oleitorismo que aflige as redações e gera bocejos em quem lê.

Vale lembrar que em breve teremos mais versões brasileiras de revistas internacionais e, como já disse, para se ter uma franquia, é preciso no mínimo ter o mesmo nível da internacional, se não mais. E isso vai forçar as oleitorísticas a combaterem esse mal que as aflige, pois começarão a perder mercado, sendo que nas de carreira mais longa, já houve vezes em que estiveram tão boas quanto qualquer matriz de franquia nacional…

 Voltando ao assunto de feedbacks, 29 de outubro foi o melhor dia da história do blog, com 107 visitas. Tudo bem que vi uns termos bem bizarros na busca, mas tá valendo.

Anúncios