Jornalista, 30 anos, paulistano, corinthiano e descendente de italiano. E também de portugueses do Baixo Alentejo e espanhóis da Andaluzia. É claro que reparti a ascendência em frases porque a rima não podia ser perdida. Ah, meus ancestrais italianos são da Catânia e da Apúlia. Sim, sulzão da Bota. Por isso, quem sabe seja também um pouco árabe. Ou mesmo um pouco cigano, pois sinto levar um pouco do mundo comigo.
Já fui editor de conteúdo dos sites das revistas “Náutica”, “Pesca Esportiva” e “Mergulho”. Já revisei as revistas UM, UM Sport e Corpo a Corpo Professional. Fiz e faço frilas para a Quatro Rodas e o jornal Agora São Paulo. No momento, encontro-me avulso, mas conversando com calma, posso pensar em propostas que considere interessantes.

Gosto de forró pé-de-serra, rock, rap, discotèche e um bom samba. E, claro, outros bons ritmos. Adoro livros de ciência, biografias e reportagens.
Ninguém me conhece de primeira impressão, pois normalmente seria visto nas ruas com cara neutra ou franzida. Parecerei mau-humorado no início, mas garanto que a impressão muda com o tempo. Meus manos de fé sabem quem sou.

Creio no Pai, pois já vi que só Ele é que nos ajuda nos piores momentos e já vi Sua obra em ação. Creio no Filho, que perdoou o ladrão na cruz e o levou ao Paraíso. Creio no Espírito Santo, que faz o impossível acontecer.
No plano terrestre, acredito na ciência e nas pessoas de bem, pois essas nos dão as esperanças que o dia-a-dia insiste em nos tirar. Sempre creio que podemos dar nosso melhor e, por isso, abomino a mediocridade.

Pessimista? Talvez, mas creio no pessimismo como força construtora. Você imagina que um acidente possa ocorrer e por isso revisa seu carro. Vai do ponto A ao B sem problema algum e viverá em alguns casos momentos felizes que ficarão em sua memória.
Sonhos? Uma imprensa melhor, tanto na qualidade do texto como na abordagem ao leitor. Outros sonhos vou vendo se realizarem no caminho. Sonhos pessoais? Como fanático por carros, fico contente com qualquer coisa que dê prazer de dirigir, seja espaçosa e segura. E ir prum lugar todinho meu, com uma rede preguiçosa para deitar.